Quem são os Aventureiros

QUEM SÃO OS AVENTUREIROS?

Um programa internacional de lazer e atividades, patrocinado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, através de um dos seus ministérios – o Ministério Jovem.

Seu objetivo é auxiliar pais, mães ou responsáveis na tarefa de desenvolver os aspectos físico, mental, espiritual e social de seus meninos e meninas, num ambiente seguro e agradável.

Desenvolver as crianças, envolvendo os pais neste trabalho, é a principal missão do Clube de Aventureiros.

Todo o programa se apóia sobre um tripé – Família, Escola e Igreja. A Família tem a prioridade, vindo em seguida à escola, com a igreja atuando como a base de sustentação das outras duas áreas.

Uma criança que faz parte dos Aventureiros será um melhor membro de sua família.

Uma criança que faz parte dos Aventureiros será um melhor aluno em sua escola.

E, além disso, obterá melhor aproveitamento de sua experiência como membro da igreja.


QUEM É O AVENTUREIRO?

Em uma definição bem simples, é um menino ou menina com idade entre seis e nove anos de idade.

Ninguém excepcional, se o compararmos com outras pessoas da mesma idade, alguém muito especial, se o compararmos com qualquer outro ser humano, em qualquer outra idade.

Ele acaba de superar o estágio de criancinha de colo, dependente, e avança a “passos largos” rumo à adolescência. Está curioso com o mundo, com as pessoas, consigo mesmo e com Deus. Quer saber como estas coisas (que o cercam) funcionam, isoladas e em conjunto.

O Aventureiro vive com uma pergunta sempre pronta, na ponta da língua: “por quê?” Ele exige respostas honestas, porém adaptadas à sua capacidade de compreensão.

Sua presença é um desafio constante a quem convive com ele pois está à procura de heróis, modelos, sonhos e possibilidades – na verdade, necessita desesperadamente disso – e espera ajuda para poder identificá-los e segui-los.

Ele é uma mensagem cifrada, dizendo que Deus AINDA não desistiu da Humanidade.


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HISTÓRIA DOS AVENTUREIROS


TUDO COMEÇOU ASSIM...

Foi em 1972 que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tentou, pela primeira vez, criar um programa específico para as crianças menores de dez anos. Isso aconteceu em Washington (EUA), sob a direção de Carolee Riegel, num Clube chamado “Os Castores”.

Em 1975, outra Associação (a do Nordeste – EUA) realizou um programa focado neste grupo especial e, cinco anos mais tarde, várias Associações já estavam seguindo estes exemplos pioneiros.

A idéia ganhou forca e foi copiada em muitos e muitos lugares.

Em 1988, a Divisão Norte Americana convidou as Associações interessadas e pessoas especializadas em crianças para estudar a oficialização do Clube de Aventureiros. (Em algumas localidades já se usava este nome).

Uma comissão se reuniu, um ano mais tarde (1989) para atualizar o currículo, as Especialidades e estabelecer normas para a organização e funcionamento do Clube. Participaram deste trabalho líderes da Escola Sabatina infantil, educadores, coordenadores do Ministério da Criança (das Uniões e Associações), e outros especialistas em família e educação infantil.

No mesmo ano (1989), a Associação Geral oficializou as Classes dos Aventureiros (Abelhinhas Laboriosas, Luminares, Edificadores e Mãos Ajudadoras), confirmando o trabalho feito por Teresa Reeve. Ela escreveu o currículo dos Aventureiros com o objetivo de “facilitar à criança partilhar sua fé, se preparar para esta vida e para a vida eterna”.

Em 1990, o plano piloto do Clube de Aventureiros foi iniciado nos Estados Unidos, na Divisão Norte Americana. Em 1991, a Associação Geral o autorizou, como programa mundial, estabelecendo seus objetivos, currículo, bandeira, uniforme e ideais.

Esta é a parcela da historia que outros escreveram.

Uma parte, ainda não narrada, desta história, vai acontecer (ou já está acontecendo) aí, em sua igreja local – na verdade, estes serão os capítulos mais relevantes dela, do seu ponto de vista e do ponto de vista de suas crianças.

Viva bem esta experiência – pode ser, até, que algum dia ela seja, também, contada em um outro livro de receitas ...

Fonte: “Manual Administrativo - Clube de Aventureiros”, página 11


...Em breve publicaremos o históricos dos Avetureiros em Manaus.

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ADMINISTRAÇÃO DO CLUBE DE AVENTUREIROS


Administrar o Clube de Aventureiros não é uma tarefa fácil, mas ela pode ser facilitada com a aplicação adequada de alguns importantes conhecimentos.

Cargos e funções formam um conjunto destes conhecimentos, que todo líder deve obter.


Cargos

Cargos são posições de autoridade, concedidas por um autorizador.

Quem possui autoridade pode criar cargos, e o faz com um propósito em mente: repartir esta sua autoridade para (e responsabilidade por) conseguir os resultados almejados pela organização que representa. Receber um cargo é receber estes dois importantes ingredientes da liderança: autoridade e responsabilidade.

Uma boa definição para autoridade é a seguinte: Autoridade é o direito, (que alguém ocupando um cargo recebeu), de mandar e ser obedecido.

Embora o exercício da autoridade exija sempre obediência dos outros, esta obediência pode (e deve) ser algo natural, suave, prazeroso e construtivo. Para isso, a autoridade precisa ser cheia de empatia, compreensão, amizade e entusiasmo, sem “abrir mão” da efetiva administração da disciplina e da aplicação das regras.

Uma definição para responsabilidade seria a seguinte: Responsabilidade é o dever de responder pelos resultados e conseqüências de ações, nossas ou de outros, pelos quais sejamos (ou estejamos) responsáveis.

Em outras palavras, responsabilidade é a obrigação de prestar contas a quem nos autorizou, pois sempre há uma autoridade, superior a nós, não importa qual o cargo que ocupemos.

A autoridade e a responsabilidade são dois “pratos da mesma balança” – se equilibram mutuamente. Eles se equivalem e compensam: muita autoridade / muita responsabilidade, muitos privilégios / muitas obrigações, muitos direitos / muitos deveres.

Autoridade e responsabilidade estão estreitamente ligados ao conceito de CARGO.


Funções

As funções, por outro lado, não envolvem autoridade – envolvem competência.

Funções são tarefas especificas, que precisam ser realizadas por alguém, para o bem da organização, da coletividade ou das demais pessoas, ao redor.

As funções estão por toda parte.

Qualquer pessoa pode assumir uma função, mas só pode se manter nela quem possua os conhecimentos e habilidades que a função exige. Se uma pessoa, que não possui competência para determinado trabalho, for mantida numa função importante, todos 3 saem perdendo: perde a própria pessoa, perdem os usuários do serviço que deveria ser disponibilizado, perde a organização como um todo, perde a autoridade que a nomeou para a função.

O que é mais importante: um cargo ou uma função?

Se o seu Clube de Aventureiros fosse uma pessoa e você lhe fizesse esta pergunta, ele provavelmente responderia que, entre uma e outra, as funções fazem muito mais falta do que os cargos, por isso as funções são mais importantes. A organização depende muito mais de funções (tarefas) bem executadas do que dos cargos (autoridade) existentes.

Quem é mais importante: o comandante do quartel ou o sentinela no muro?

Eis uma pergunta cuja resposta TEM que ser (ou ao menos começar com) uma palavra: “Depende”


Depende de quê?

Bem, depende da hora do dia (ou da noite), depende da região onde o quartel está localizado, depende da população que existe ao redor do quartel, depende das relações diplomáticas do momento, depende do estado de espírito ou da disciplina que reina entre os soldados, depende dos materiais e equipamento (ou das riquezas, ou dos segredos, ou dos perigos, ou ...) existentes dentro do quartel, (...) – depende ...

Em cada uma destas situações, a autoridade (delegada pelo comandante) de que o sentinela está investido, garante a segurança de todos. Ele é o mais habilitado a desempenhar esta tarefa.

Na função de sentinela, não há ninguém menos adequado que o comandante do quartel!

Ele não treina todos os dias para aprimorar os reflexos, ele não pratica tiro ou ordem unida, sua disciplina (depois de anos e anos apenas dando ordens) não está lá grande coisa e, sinceramente, não nos parece que ele tenha resistência suficiente para passar acordado, alerta e bem disposto, mais do que uns poucos minutos além de sua hora costumeira de ir para a cama.

Ele tem autoridade mas não possui a competência necessária para aquela tarefa.

Por incrível que pareça, uma autoridade incompetente, ocupando um cargo, causa muito menos estrago do que alguém incapaz ocupando uma função – a função é imprescindível para a sobrevivência de qualquer organização, a autoridade nem sempre.

Esta é uma diferença fundamental entre cargos e funções.

Para receber um cargo não se requer, necessariamente, conhecimentos ou habilidades especiais – basta apenas a confiança do autorizador. Se o autorizador considera alguém confiável e lhe confere autoridade, este autorizado passa a possuir todos os direitos e deveres inerentes à autorização que recebeu – o autorizado torna-se um representante da autoridade.

Em contrapartida, para receber uma tarefa ou função requer-se, obrigatoriamente, conhecimento e habilidade, adequados à realização daquela tarefa ou função.

Dito isso, esperamos que você não se surpreenda com a quantidade (relativamente pequena) de cargos, previstos para fazer funcionar o Clube de Aventureiros. São apenas três.

Fonte: www.aventureiros.or.br

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maior riqueza de nossa igreja são as crianças. Portanto, é imperativo que, como igreja, assumamos a responsabilidade de preparar um programa para elas durante seus primeiros anos de formação. desejamos, sem dúvidas, que sejam desenvolvidos hábitos, pensamentos, motivos, disposições e atitudes corretas. Escreveu o sábio: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e quando for velho não se desviará dele" (Provérbios 22:6). Isso é mais que um clichê, é uma fórmula científica. Esse é o motivo da criação do Clube de Aventureiros.